sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Gasolina e diesel ficam mais baratos a partir de amanhã


Gasolina e diesel ficam mais baratos a partir de amanhã


Os preços da gasolina e do diesel vão ficar 3,2% e 2,7%, respectivamente, mais baratos. A Petrobras vai começar a aplicar o reajuste a partir da 0h deste sábado (15) em todo o País.

A Petrobras diz que "se o ajuste feito hoje for integralmente repassado, o diesel pode cair 1,8% ou cerca de R$ 0,05 por litro, e a gasolina 1,4% ou R$ 0,05 por litro".

A companhia leva em conta uma política de preços que tem como base o mercado internacional. A partir de agora, os preços serão revisados uma vez por mês.

"A principal diferença em relação ao que ocorre hoje é o prazo para os ajustes em relação ao mercado internacional. A nova política prevê avaliações para revisões de preços pelo menos uma vez por mês. É importante ressaltar que, como o valor desses combustíveis  acompanhará a tendência do mercado internacional, poderá haver manutenção, redução ou aumento nos preços praticados nas refinarias", diz a Petrobras. 

A companhia ainda diz que "para permitir maior flexibilidade na gestão comercial de derivados e estimular aumentos de vendas" poderá, pontualmente, conceder descontos maiores para gasolina e diesel, desde que não fiquem abaixo dos custos das empresas. 

AOS MESTRES COM CARINHO


Se parássemos pra pensar
o quanto vale um professor
nós daríamos bem mais valor
a essa profissão de ensinar.

Pois independente de seu salário
nos ensina com muita dedicação
ajudando toda nossa população
com esse seu trabalho diário.

E não haveria nenhum doutor
se no início de sua carreira
não tivesse tido uma carteira
e principalmente um professor.

A esse grande profissional
demonstro a minha gratidão
reconhecendo que sua profissão
é importante e fundamental.

Enfim, somos todos gratos
por tudo que fizeste por nós
e agora, em uma só voz,
diremos: Professor.

Muito obrigado!



quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Veja as mudanças com a PEC dos Gastos Públicos


Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse nesta terça-feira (11) que a previsão para a votação em segundo turno da PEC do Teto dos Gastos Públicos é 24 ou 25 de outubro

Imagem Ilustrativa
A proposta de emenda à Constituição que impõe um teto aos gastos públicos (PEC 241) passou por sua primeira votação na Câmara dos Deputados na segunda-feira (10). O texto-base foi aprovado em primeiro turno de votação, mas para começar a valer precisará ser aprovada em segundo turno e depois ser submetida ao Senado. O objetivo da proposta, segundo governo, é o reequilíbrio das contas públicas.

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse nesta terça-feira (11) que a previsão para a votação em segundo turno da PEC do Teto dos Gastos Públicos é 24 ou 25 de outubro.

Entenda a proposta:

O que propõe a PEC 241?

A PEC do teto de gastos, proposta pelo governo federal, tem o objetivo de limitar o crescimento das despesas do governo. Considerado pelo governo Michel Temer como o primeiro passo para superar a crise econômica e financeira do país, a medida fixa para os três Poderes, Ministério Público da União e da Defensoria Pública da União um limite anual de despesas.

Por que o governo quer limitar os gastos?

A equipe econômica para tentar reequilibrar as contas públicas nos próximos anos e impedir que a dívida do setor público, que atingiu 70% do Produto Interno Bruto (PIB) em agosto, aumente ainda mais.

Para quem vale a limitação do teto dos gastos públicos?

A regra vale tanto para gastos do Executivo quanto para despesas do Senado, Câmara, Tribunal de Contas da União, Ministério Público da União (MPU), Conselho do MPU, Defensoria Pública, Supremo Tribunal Federal, Superior Tribunal de Justiça, Conselho Nacional de Justiça e justiças do Trabalho, Federal, Militar, Eleitoral e do Distrito Federal e Territórios.

Como é calculado esse limite de gastos?

Segundo a medida, o governo, assim como as outras esferas, poderão gastar o mesmo valor que foi gasto no ano anterior, corrigido pela inflação. Ou seja, tirando a inflação, o limite será o mesmo valor do ano que passou. A inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), é a desvalorização do dinheiro, quanto ele perde de poder de compra num determinado período. Apenas para 2017 o limite orçamentário das despesas primárias – aquelas que excluem o pagamento de juros da dívida – será o total gasto em 2016 corrigido por 7,2%. De 2018 em diante, o limite será o do ano anterior corrigido pela variação do IPCA de 12 meses do período encerrado em junho do ano anterior. No caso de 2018, por exemplo, a inflação usada será a colhida entre julho de 2016 e junho de 2017.

Qual será a duração da medida?

O texto limita por 20 anos os gastos federais ao orçamento do ano anterior corrigido pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Ela poderá sofrer alterações?

A partir do décimo ano de vigência do novo regime fiscal, o presidente da República pode propor um projeto de lei complementar para alterar o método de correção dos limites de cada grupo de órgão ou poder. O texto permite apenas uma alteração do método de correção por mandato presidencial.

Quais serão as consequências caso o limite não seja cumprido?

Caso o limite de crescimento de gastos seja descumprido, Poderes ou órgãos a eles vinculados ficarão impedidos no exercício seguinte de: reajustar salários, contratar pessoal, fazer concursos públicos (exceto para reposição de vacância) e criar novas despesas até que os gastos retornem ao limite previsto pela PEC.

No caso do Poder Executivo, a extrapolação de seu limite global provocará a proibição adicional de criar ou expandir programas e linhas de financiamento ou o perdão, renegociação ou refinanciamento de dívidas que causem ampliação de despesas com subsídios e subvenções.

Além disso, o governo também não poderá conceder ou ampliar incentivo ou benefício de natureza tributária.

A medida se aplica para todos os tipos de gastos do governo? O que fica de fora?

Ficarão fora dos limites, entre outros casos, as transferências constitucionais a estados e municípios, os créditos extraordinários para calamidade pública, as despesas para realização de eleições e os gastos com aumento de capital das chamadas empresas estatais não dependentes.

Outra possibilidade de exclusão do teto é o uso de recursos excedentes ao resultado primário de cada ano no pagamento de restos a pagar registrados até 31 de dezembro de 2015.

Assim, mesmo com a previsão de um deficit, como o projetado para 2017, de cerca de R$ 139 bilhões, se ele for menor, a diferença poderá ser usada para quitar esses restos a pagar sem entrar no limite do regime fiscal.

Como ficam os gastos com saúde e educação?

Diferentemente de outras áreas, saúde e educação tiveram o limite traçado pelo mínimo a ser gasto e não o máximo das despesas. Em 2017, haverá exceção para as áreas de saúde e educação, que somente passarão a obedecer ao limite a partir de 2018, segundo o governo. Pelo texto, o piso para os dois setores passa a obedecer ao limite de despesas ligado à inflação a partir de 2018. Atualmente, a Constituição especifica um percentual mínimo da arrecadação da União que deve ser destinado para esses setores.

Em 2017, o parecer prevê, no caso da saúde, percentual de 15% da receita líquida, que, segundo a Emenda Constitucional 86, só valeria em 2020. No caso da educação, o piso constitucional foi mantido em 18% da arrecadação de impostos. De 2018 em diante, o valor executado no ano anterior será corrigido pelo IPCA até 2036.

Qual o impacto da medida sobre o salário-mínimo?

No relatório apresentado à comissão especial que analisou a PEC na Câmara, o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) afirmou em seu parecer que a proposta prevê que o salário-mínimo, referência para mais de 48 milhões de pessoas, deixará de ter aumento real, aquele acima da inflação se o governo ultrapassar o limite de despesas, ou seja, gastar mais do que o fixado na lei.

Como ficam os concursos públicos?

Ricardo Volpe disse que, pela PEC, Judiciário e Legislativo têm “gordura para queimar” e estão em situação confortável, inclusive para promoverem novas contratações por concurso público. A exceção seriam os “mais gastadores”, como a Justiça do Trabalho. Já o Executivo ficaria dependendo de outras medidas de ajuste fiscal para se manter com a atual estrutura.

O que diz quem apoia o projeto?

Diretor da Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara, Ricardo Volpe diz que o único ponto em que todo o impasse é sobre a visão do papel do Estado. “Hoje estamos com o maior histórico de despesa publica, com 20% do PIB. A gente quer que continue crescendo ou quer que diminua ou estabilize?”, questionou. Ricardo Volpe, que ajudou a elaborar a proposta, assegura que o ajuste fiscal é inevitável, mas é uma escolha da sociedade.

Deputados da base aliada saíram em defesa da proposta do Planalto, no dia da votação, argumentando que a medida é parte da solução para resolver a crise fiscal deixada pelos governos petistas. "Esta PEC é apenas o começo das reformas", discursou Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR).

O líder do PMDB, deputado Baleia Rossi (SP), argumentou que a aprovação da PEC é necessária para a reação da economia. “Esse novo regime fiscal vai devolver credibilidade ao país, o que será muito importante para os próximos desafios, para a geração de novos empregos, para garantir trabalho e renda para a população”, disse.

O que diz quem é contra o projeto?

Contrários à PEC, deputados de partidos de oposição, como PT, PSOL, Rede, PCdoB e PDT, afirmaram que a medida congelará os investimentos sociais em áreas como saúde e educação. Líder da Rede na Câmara, o deputado Alessandro Molon (RJ) classificou a PEC de injusta com o país. Os protestos contra a PEC 241 não vieram apenas da oposição. Integrante do PTB – partido da base aliada de Temer –, o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) subiu à tribuna para criticar duramente a proposta do governo federal.

A líder da Minoria, deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), disse que esse é o segundo momento mais grave da democracia brasileira, depois do impeachment. “É o desmonte do Estado e do sistema de proteção social do brasileiro. Teremos mais contração, mais recessão e mais desemprego”, disse.

Homem morre afogado ao tentar salvar os dois filhos na orla do Recife


Um deles foi resgatado com vida e o outro segue desaparecido no mar.
Pai chegou a ser retirado da água com vida, mas morreu no calçadão.
Do G1 PE
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 Aldenira Souza Ramos acompanhou drama do marido e dos filhos (Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press)
Aldenira Souza Ramos acompanhou drama do marido e dos filhos (Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press)
Um homem de 49 anos morreu afogado, no início da tarde desta quarta-feira (12), na Praia do Pina, na Zona Sul do Recife. De acordo com o Corpo de Bombeiros, ele entrou na água para tentar salvar os dois filhos que estavam se afogando. Ele foi retirado pela população e levado ao calçadão, onde faleceu. Um dos filhos, de 18 anos, foi resgatado com vida e o outro, de 20 anos, segue desaparecido no mar.
afogamento no PIna no feriado (Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press)
Afogamento ocorrei na praia do Pina
(Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press)
O afogamento ocorreu em uma área bastante frequentada da orla recifense. Por causa do feriado de Nossa Senhora Aparecida, a praia amanheceu mais movimentada que o de costume. Segundo a esposa da vítima, Aldenira de Souza Ramos, o marido estava na areia ao seu lado, quando entrou em desespero ao ver os dois filhos se afogando.
“Eu estava com meu neto e não pude deixar ele sozinho na areia para ajudar. A população, quando viu, correu para ajudar. Estávamos na praia para aproveitar o feriado. Estávamos comemorando o Dia das Crianças”, contou, bastante nervosa.
Genilson foi levado por banhistas até o calçadão, onde recebeu os primeiros socorros dos bombeiros, que tentaram reanimá-lo. De acordo com Aldenira, os dois filhos não sabiam nadar. No entanto, ela não soube explicar os motivos pelos quais eles estavam na água.
As buscas pelo jovem de 20 anos estão sendo feitas pelo Grupamento de Bombeiros Marítimos (GBMAR).

Cidadão de Frei Miguelinho morre em acidente na cidade de Amaraji




Rota 190 PE   
Grave acidente envolvendo dois caminhões na PE. 71, em Amaraji, uma vítima fatal no local, natural de Frei Miguelinho. Corpo de bombeiros dói preciso pra retirar a vítima presa as ferragens

ADOLESCENTE SOFRE TENTATIVA DE HOMICÍDIO NO DISTRITO SÃO DOMINGOS EM BREJO DA MADRE DE DEUS


Na noite da última terça-feira ( 11/10 ) um adolescente sofreu uma tentativa de homicídio , na rua Luiz Cecílio de Santana no distrito São Domingos , em Brejo da Madre de Deus.

O adolescente contou estava em sua residência , quando seu vizinho chegou o procurando e em seguida efetuou os disparos de arma de fogo , em direção ao menor que não foi atingido pelos tiros  em seguida o atirador fugiu com destino ignorado.

A Policia Militar esteve no local colhendo informações sobre o atentado , os policiais encontraram no imóvel cinco cápsulas de pistola calibre 380.

Que possamos preservar em nós a alegria das crianças.